Em 2013 ,uma pequena cidade espanta o mundo com o seu impressionante crescimento económico
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Grandes filmagens
As filmagens dos jogos do futebol de Macau na TDM säo algo de inacreditável. Golos que näo passam nos resumos, jogos em que apenas se filma meia parte etc, um pouco de tudo se vê nas transmissões dos jogos do futebol macaense.
Graças a deus
O congresso socialista deste fim de semana em Matosinhos, fez-me lembrar as célebres cerimónias da Iurd em que uma multidão alienada venera o pastor, em troca da cura de todas as suas maleitas.
Ridículo o papel a que aquela gente se submete...
Etiquetas:
Pinócrates
domingo, 10 de abril de 2011
Alguma vez teria que concordar com o Alberto Joao
"Ao intervir no XIII Congresso do PSD-M, João Jardim referiu que a Madeira tem um problema: "este criminoso governo do PS, criminoso pelo que fez a Portugal, criminoso neste momento pela mentira que está a difundir atirando para cima do oposição as culpas de uma crise que tem dois nomes que são Sócrates e Teixeira dos Santos".
Para o líder PSD-M, "esses dois homens desgraçaram o país e ainda por cima assiste-se por parte deles e por um sector desonesto da comunicação social a uma tentativa de atentado contra a dignidade e a memória dos portugueses e fazer crer que os culpados são os outros".
Etiquetas:
Caos Financeiro Sócrates,
Portugal
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Mais uma do pinócrates
"O primeiro-ministro já tinha preparado o pedido de ajuda à UE e ao BCE quando se comprometeu em Bruxelas a avançar com novas medidas de austeridade.
Quando José Sócrates assinou em Bruxelas, no passado dia 11 de Março, o acordo com as medidas do PEC 4 ficou também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa a Portugal no valor de 80 mil milhões de euros, apurou o SOL junto de elementos da Comissão Europeia (CE) envolvidos nas negociações.
O compromisso assumido pelo primeiro-ministro português com o Banco Central Europeu (BCE), a CE e o grupo Euro começou a ser negociado no final de Fevereiro e passou pelo encontro, a 2 de Março, em Berlim, de Sócrates e Teixeira dos Santos com a chanceler alemã Angela Merkel.
As crescentes dificuldades de financiamento do Estado português e, em particular, da banca colocaram como inevitável a antecipação das medidas do PEC 4 e a definição de um pacote de ajuda externa a curto prazo.
O próprio presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, viria a confirmar publicamente, dias depois, que considerava «apropriado um resgate a Portugal» num valor próximo dos «75 mil milhões de euros».
O bluff...
O anúncio das medidas do PEC 4, no mesmo dia 11 de Março em que foi oficializado em Bruxelas, apanhou o país de surpresa. E deixou antever - pela forma como o primeiro-ministro marginalizou ostensivamente o PR e a Oposição do processo - que dificilmente o PEC 4 recolheria o imprescindível apoio maioritário na AR. E que estava próxima a abertura da crise política.
Ciente de que a negociação do PEC 4 tinha implícito, num segundo momento, o pedido a Bruxelas da ajuda de 80 mil milhões de euros, Sócrates apostou tudo no bluff político e na estratégia de ruptura que permitisse culpabilizar a Oposição, e em especial o PSD, pela queda do Governo e pelo recurso à ajuda financeira da Europa."
Retirado do SOL. Agora não se esqueçam de votar nele
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Quando irão chegar a Espanha?
Dou seis meses para estarmos todos a falar da situação espanhola e de um possível bailout. Enquanto as autoridades europeias assobiarem para o lado e deixarem as agências de rating e seus comparsas actuarem livremente, as economias da zona euro vão estar na mira dos especuladores, pomposamente desginados por mercados.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Espero que venham a pagar por tudo o que fizeram
Segundo o Financial Times, o governo português e Bruxelas já estarão a discutir um pedido de ajuda financeira, contrariando tudo aquilo que o engenheiro mentiroso compulsivo vinha afirmando. Tanta teimosia e casmurrice empurraram o país para o abismo e é mais uma das razões pelas quais não consigo conceber como alguém possa sequer pensar em votar novamente nesta pandilha de aldrabões.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O sr 100% dívida
"Em Setembro de 2009, o défice orçamental prometido por José Sócrates e Teixeira dos Santos, quando foram a eleições, fixava-se em 5,9%.
Ontem, descobrimos que afinal é de 10%. Já este ano, o primeiro-ministro e o ministro das Finanças garantiram que o défice orçamental de 2010 seria inferior a 7%. Ontem, o INE divulgou que é de 8,6%. Pior, hoje sabemos que, desde que Sócrates lidera o Executivo e que Teixeira dos Santos está à frente das finanças do País, nunca foi cumprido o limite de 3% para o défice, imposto pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento. Ou seja, desde 2005 que Portugal viola as regras para as contas públicas.
A dívida pública, a real medida da sustentabilidade estrutural das finanças públicas, agravou-se 30 pontos percentuais do PIB desde 2007 e vai chegar este ano a 97,3% do produto. Ou seja, a produção toda de um ano quase não chega para pagar a dívida directa do Estado. E falta aqui juntar o endividamento de muitas empresas públicas. Este é o resultado da gestão das contas públicas desenvolvida por Teixeira dos Santos. O dia de hoje ficará para a história e não é pelas boas razões. O pior de tudo é que não será o ministro quem mais sofrerá com as suas medidas mas sim os portugueses, porque há uma regra nas finanças públicas que é fatal como a morte: défice e dívida pública são iguais a mais impostos hoje e amanhã.
O ministro das Finanças desculpou-se com o árbitro. Ou seja, afirmou que foi a mudança das regras europeias a provocar a revisão em alta do défice. É só parcialmente verdade. Este Governo negou várias vezes reconhecer o problema do BPN. Agora chegou a factura. Do impacto do BPP nunca falou e não se percebe a surpresa relativamente às empresas de transportes. O problema existe há muito. Fica a pergunta: porque é que não se fez nada? Quanto ao futuro, o ministro garante que os impactos do BPN estão esgotados. Será mesmo assim? A verdade é que a privatização do banco está por fazer e o acerto de contas com a Caixa está por apurar. Será que Teixeira dos Santos pode jurar que os contribuintes não vão ter que pagar mais um cêntimo para o BPN?
Portugal está mergulhado numa crise financeira, a mais grave desde pelo menos o 25 de Abril. E a política orçamental do Governo contribuiu para a crise de confiança dos investidores relativamente à economia nacional porque a revisão dos números desde 2009 destrói a credibilidade.
Como o Presidente da República alertou ontem, está na altura de enfrentar a situação e adoptar as medidas difíceis. A situação é de emergência absoluta e o País pode não aguentar até 5 de Junho - data das eleições - sem pedir ajuda internacional. Espera-se que todos, Governo e partidos da oposição, estejam à altura da situação e que aprendam com os erros do passado. Há atalhos que são enganadores. Em vez de chegarmos ao destino, ficamos atolados no lodo."
Bruno Proença no Diário Económico
Etiquetas:
Caos Financeiro Sócrates
Subscrever:
Mensagens (Atom)